Placa Mercosul será obrigatória a partir de 31 de janeiro

O uso da placa Mercosul vai se tornar obrigatório em todo o Brasil a partir de 31 de janeiro – o sistema era para entrar em vigor em 2016, mas teve seis adiamentos. O novo prazo foi definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em julho do último ano para que os órgãos estaduais pudessem credenciar fabricantes e se adequar às novas regras.

A medida, que facilita a identificação e evita clonagem, vale para primeiro emplacamento; mudança de categoria do veículo; roubo, furto, extravio ou dano da placa; mudança de município ou unidade federativa; instalação de segunda placa traseira.

Quem quiser instalar a placa de forma voluntária, perceberá que o novo modelo mudou seu padrão alfanumérico. Isso quer dizer que o segundo número da antiga placa será substituído por uma letra.

Exemplo: uma placa ABC1234, seria ABC1C34 com a nova regra. Vale lembrar que essas as faixas de letra entre “A” e “J” servirão para conversão do modelo antigo para o novo da PIV.

A nova placa tem fundo branco, quatro letras e três números, dispostos de maneira aleatória. A cor da combinação alfanumérica indica a categoria do veículo.  A cor preta é para carros particulares. A vermelha é para táxis, veículos comerciais e de aprendizagem (autoescola).  Azul é para carros oficiais e verde para os de teste. O tom dourado identifica carros diplomáticos e o prateado, modelos de coleção. Em uma tarja azul fica o nome e a bandeira do país, além do emblema do Mercosul.

Um futuro sistema integrado de consulta compilará dados sobre o veículo e seu proprietário. Essa banco de dados trará também eventuais registros de roubo e furto. A nova placa tem o mesmo tamanho da cinza. Apenas carros de passeio precisam ter placas na dianteira e na traseira. Para motocicletas, quadriciclos, reboques, tratores e guindastes apenas a placa traseira é obrigatória.