A Associação de Moradores do Bairro Promorar I está convocando a comunidade de Palmeira das Missões para participar de um ato pacífico em defesa dos direitos dos consumidores e pela melhoria dos serviços de abastecimento de água e saneamento. A mobilização será realizada no dia 6 de agosto, às 9h30, em frente à unidade da Corsan/Aegea, no município.
O convite foi formalizado por meio do Ofício nº 001/2026, assinado pela presidente da associação, Maria Lucia de Souza Schenkel, e pelo vice-presidente, Vanderlei Lemes. O documento também foi encaminhado a vereadores, autoridades municipais e estaduais, entidades representativas e à imprensa.
Reivindicações envolvem abastecimento e cobranças
Entre as principais demandas apresentadas pela associação estão a recorrente falta de água em bairros e comunidades, reclamações sobre a qualidade da água fornecida, cobranças consideradas incompatíveis com o consumo das famílias e a demora no atendimento das solicitações dos usuários.
O documento também reivindica maior transparência nas cobranças, nos investimentos e na prestação dos serviços, além de melhorias na infraestrutura do sistema de abastecimento para garantir regularidade, eficiência e continuidade no atendimento à população.
Mobilização busca diálogo com autoridades
Segundo a associação, o ato tem como objetivo sensibilizar a empresa responsável pelos serviços, os órgãos fiscalizadores e o Poder Público para a adoção de medidas que solucionem os problemas enfrentados pelos consumidores.
Os organizadores ressaltam que a manifestação não possui caráter partidário ou eleitoral, sendo uma mobilização cidadã, democrática e pacífica, aberta à participação de toda a comunidade.
Convite foi estendido a órgãos públicos e entidades
A associação também convidou representantes do Poder Executivo e Legislativo, Ministério Público, Defensoria Pública, entidades de classe, lideranças comunitárias e veículos de comunicação para acompanhar a manifestação.
No ofício, os organizadores destacam que a água é um bem essencial à vida e afirmam que interrupções frequentes no abastecimento, eventuais problemas na qualidade da água e cobranças consideradas excessivas afetam diretamente moradores, comerciantes, produtores rurais e instituições públicas do município. Segundo a entidade, a participação da sociedade e das autoridades é fundamental para fortalecer o diálogo e buscar soluções que garantam um serviço de abastecimento mais eficiente, transparente e de qualidade para a população.
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